Mais empresas desistem de abrir o capital

O furor do mercado acionário brasileiro ficou para trás. A julgar pela indisposição das empresas em se tornarem públicas a resposta é sim. Desde o início do ano, dezoito companhias desistiram de abrir o capital no país. O caso mais recente é o da LG Informática, desenvolvedora de software para a área de recursos humanos. A razão é quase sempre a mesma: aversão ao risco. Com a pandemia descontrolada e incertezas econômicas é razoável esperar um pouco mais, pelo menos até que as tragédias em série provocadas pela crise do coronavírus sejam superadas. Kalunga, Rodobens e Tokstok são algumas das companhias que, pelo menos por enquanto, desistiram de abrir o capital. Muitos especialistas comemoram o amadurecimento do mercado de investimento do país. De fato houve avanço nos últimos anos, mas a distância para os principais mercados é gigantesca. Em 2020 foram realizados 28 YPOs – oferta pública inicial na sigla em inglês -, no Brasil. Nos Estados Unidos, 80.

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