A Bahia aguarda a liberação de importação para fechar seu contrato de 10 milhões de doses da Sputnik V com o Fundo Soberano Russo, mas já imaginava a negativa da Anvisa, mais uma vez. O secretário estadual da saúde, Fábio Vilas-Boas, só estranhou que com o “desfile de tecnicalidade e dezenas de exigências do órgão durante todos esses meses, uma simples viagem da equipe a Rússia resolveria a questão”. A nós, do blog nemamigoneminimigo, pareceu mais um passeio turístico do time Anvisa às ruas geladas de Moscou. Está muito calor em Brasília.