Corda no pescoço

Prefeitos de todo o país, através de suas associações institucionais, estão divulgando em veículos de comunicação de seus estados o estranhamento sobre tratamentos diferenciados por parte do governo federal que permite benesses nas dívidas de recolhimento do INSS patronal para clubes de futebol, e negam para as suas gestões municipais. Justificando falta de verba para administrar suas cidades, em falta com necessidades básicas para seus habitantes, os prefeitos endividados com cobranças de INSS, encaminham propostas de parcelamento especial de suas dívidas previdenciárias em 240 meses, reivindicando o comprometimento máximo de 1% de suas receitas correntes líquidas. Aliás, querem ir mais longe, batendo de frente com as altas cobranças previdenciárias, propondo a redução da despesa da alíquota do INSS patronal, criando o “Simples Municipal”. O sufoco de caixa é grande pelo interior do país, principalmente na atual fase pandêmica.

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