Saco de bondades

Daqui pra frente tudo vai ser diferente… Ou pelo menos, vão tentar. O governo federal estuda uma série de “bondades” para tentar frear a perda de prestígio da gestão do presidente Bolsonaro. Vamos a elas: prorrogar o auxílio emergencial por mais dois meses, estendendo até setembro, nos mesmos valores de R$ 150 a R$ 375 e com igual alcance em termos de público: 39,1 milhões de brasileiros. Correm, também, com um novo desenho – nome, valores e roupagem – para o Bolsa Família que precisa ser implementado até dezembro deste ano ou acabará engavetado pela Lei Eleitoral que proíbe a distribuição de valores e benefícios de programas sociais em ano eleitoral, caso não autorizados no ano anterior. E tem mais: depois de uma longa espera, o governo decidiu mexer no Imposto de Renda que sofrerá um aumento da faixa de isenção dos atuais R$ 1.903,98 para um patamar abaixo de R$ 3.000. O formato em estudo prevê isenção do imposto para rendas mensais de até R$ 2.500. E ainda, quase pronto o projeto de um novo REFIS, incluindo o parcelamento de dívidas anteriores à pandemia para empresas com queda de receita superior a 15% e com descontos de até 70% no valor da dívida; sendo que quanto maior o tombo no faturamento, melhores serão as condições. Vale tudo pelo sucesso nas urnas.

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