Carrefour de Porto Alegre paga milhões pelo assassinato de um operário. Atakarejo na Bahia não quer pagar por dois

O Carrefour de Porto Alegre acaba de pagar R$ 115 milhões pela morte do operário João Alberto, morto por dois seguranças dentro de um dos seus estabelecimentos. Esses valores são para combater o racismo no Rio Grande do Sul. Além do mais, o Carrefour indenizou a família do operário morto. Na Bahia, o Atakarejo matou dois e até agora não aconteceu nada. O ex-feirante de Água de Meninos – a maior feira livre de Salvador -, Teobaldo Costa, dono da rede de supermercados Atakarejo, se nega a pagar pelas mortes de um tio e um sobrinho dentro de um dos seus estabelecimentos. Com um agravante: foram milicianos contratados pela própria rede Atakarejo que mataram o tio e o sobrinho. A Secretaria de Segurança Pública da Bahia, o Ministério Público Estadual e a Justiça da Bahia continuam sem nada realizar. A omissão é gravíssima e não é sem razão que a Justiça da Bahia é considerada das mais corruptas do Brasil.

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