O jogo da lei continua na Operação Faroeste

As peças do tabuleiro da Operação Faroeste da Polícia Federal, que investiga vendas de sentenças no Tribunal de Justiça da Bahia, foram mexidas. A desembargadora Lígia Ramos sai da cadeia e usará tornozeleira eletrônica. Estava em prisão preventiva desde dezembro de 2020 e poderá, inclusive, voltar a ter acesso ao gabinete que ocupava no TJ Bahia para buscar documentos necessários à sua defesa. O boato entre os pares é que a desembargadora aceitou fazer delação premiada. Seus advogados negam. O segundo movimento do tabuleiro da Justiça é a prisão preventiva de Luiz Carlos São Mateus, acusado de pedir propina em nome de um magistrado que está preso desde o ano passado, e investigado no âmbito da Operação Faroeste. Segundo a Polícia Federal, mesmo após sete fases da operação policial, Luiz Carlos permanecia em atividade criminosa no recebimento de propina no valor de aproximadamente R$ 2,2 milhões e potencial lavagem de dinheiro em nome do magistrado. Tentou até intermediar venda de vacinas para o governo…

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