O crime do Atakarejo da Bahia

Concluído o inquérito policial sobre as mortes dos parentes Bruno e Yan Barros, detidos e entregues para serem executados por quadrilha de traficantes após roubarem peças de carne em uma das lojas do grupo alimentício baiano Atakarejo. O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) determinou o indiciamento de 23 pessoas. Desse total, 17 são suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas e seis são funcionários do supermercado. Desse grupo, 13 ainda estão foragidos. Todos responderão pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e omissão de socorro qualificado. O caso das torturas e a ocorrência de um “tribunal da morte”, revelou uma parceria entre seguranças do supermercado e o crime organizado vizinho à área da loja. Ainda falta a direção do Grupo Atakarejo – leia-se o empresário Teobaldo Costa – vir a público esclarecendo as providências de apoio aos familiares do tio e sobrinho assassinados. A opinião pública aguarda…

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