Sabotagem?

Rui Costa, governador petista muito bem avaliado pelas duas gestões à frente do executivo baiano, e, portanto, uma “pedra no sapato” do presidente Jair Bolsonaro, não faz por menos quando denuncia que o Ministério da Saúde continua “sabotando” a importação da vacina Sputnik V. O imunizante russo, que entrou no radar do governo baiano e de outros governadores do Nordeste, há mais de um ano, continua enredado em etapas burocráticas e exigências técnicas no órgão federal, ANVISA. Até hoje, a Bahia aguarda a autorização para importação emergencial de um pequeno lote de vacinas para deflagrar uma avaliação prática da eficácia do imunizante em solo baiano. Existe um pré-contrato de 10 milhões de doses com o governo russo. O tempo passou e, até agora, apenas conseguiram uma autorização para importação excepcional de 300 mil doses, mas que também está empacada em burocracias no órgão federal de vigilância. Agora, surpreso, Rui Costa se revoltou ao saber da recente declaração do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, de que não haveria mais a necessidade de outras marcas de vacinas no Brasil para vacinar todos os maiores de idade até o final de 2021.

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