Desejos próprios versus coletividade

Já existe um grupo nas redes sociais paulistas “Vacinação Pfizer ZN – SP”, com mais de 1500 participantes, e que monitora qual imunizante está sendo aplicado na região avisando aos membros que desejam escolher qual vacina tomar. Alguns do grupo argumentam que existe uma “ditadura da vacina” no país. No Rio de Janeiro, o veterano deputado Átila Nunes (MDB) depois de tomar suas duas doses de vacina Coronavac reivindica, inclusive na justiça, uma terceira dose para si – agora quer de outra marca, alegando que ainda não se sente seguro. Já em São Caetano do Sul (ABC paulista), uma trabalhadora do hospital municipal, que recusou a se vacinar contra a Covid-19, foi demitida por justa causa em decisão posteriormente aceita pelo Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo, justificando que o interesse particular dela não poderia prevalecer sobre o coletivo, e que sem se imunizar ela colocaria em risco a saúde de colegas de trabalho e dos pacientes do hospital.

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