As dificuldades enfrentadas pela indústria automotiva brasileira afetaram a remessa de lucros e dividendos enviados às matrizes do exterior. No primeiro semestre, montadoras de autopeças multinacionais mandaram US$150 milhões às suas sedes, valor 57% menor do que no mesmo período de 2020. O melhor desempenho dos últimos anos foi em 2014, quando o volume transferido foi de quase US$820 milhões. Não é à toa que a Ford encerrou produção local e a GM considera a possibilidade de deixar o país.