Rejeição de Bolsonaro espanta partidos políticos

Esta semana, no almoço da Frente Parlamentar de Empreendedorismo, senadores e deputados federais dos mais diversos partidos estavam assustados com a alta rejeição de Jair Bolsonaro registrada pela pesquisa XP/Ibesp, e as dificuldades que esse índice de 61% trará para que o presidente da República encontre uma legenda. O PP, por exemplo, presidido pelo ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, não tem uma bancada toda unida em torno de Bolsonaro, está totalmente dividida. A rejeição do presidente, hoje maior que a de Lula – hoje Lula tem 45% – reforça a posição daqueles que não desejam Bolsonaro filiado nos seus partidos. Os baianos do PP são ligados ao PT do governador Rui Costa e ao senador Jaques Wagner. O governador do Maranhão, Flávio Dino, do PSB, é aliado do deputado André Fufuca. Em São Paulo, o deputado Fausto Pinato, por exemplo, está mais afeito hoje à terceira via e à candidatura de Geraldo Alckmin ao governo do estado. Logo, Bolsonaro, se for para o PP, terá uma legenda, mas não um time jogando ao seu lado.

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