Um sinal bem afinado

Na noite de sábado, 23 de julho, mais de duas mil pessoas lotaram o Teatro Municipal do Rio de Janeiro para ouvir um concerto com músicas de Villa Lobos e Philips Glass, sobre a Amazônia; e ver o fantástico trabalho que o fotógrafo, Sebastião Salgado, realizou na região. As fotos são belíssimas. A exposição, sem música, está no Museu da Amanhã, depois de passar por várias cidades, em diferentes países. Mas o que chamou a atenção do público foi o tom político que o evento, em homenagem às memórias do indigenista Bruno Pereira e do jornalista inglês, Dom Phillips, assassinados na Amazônia, adquiriu. Salgado, depois de falar, emocionado sobre os dois homenageados, antes do espetáculo, foi aplaudido de pé por quase cinco minutos. E ao final do evento, o público, espontaneamente, cantou o hino nacional. Foi de arrepiar.

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