Bolsonaro, um incorrigível

Só porque a Fiesp assinou documento da classe empresarial brasileira, o presidente Bolsonaro cancelou a sua ida para uma palestra no maior órgão empresarial do país. Até mesmo um encontro que ele teria no dia 11 com os lobistas que o apoiam em São Paulo, ele também cancelou. Continua agredindo a tudo e a todos na vã esperança de que soma pontos quando, na realidade, está totalmente cercado. Ontem, na reabertura dos trabalhos do Senado, o presidente do Congresso Nacional, o senador Rodrigo Pacheco, fez um belo pronunciamento defendendo a democracia do Brasil e as urnas eletrônicas. Como se vê, Bolsonaro está só, ou melhor, como dizem em Brasília, o capitão está nu.

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