Misógino, Bolsonaro gosta de engrossar a voz com as mulheres. Já com os homens, afina. Na sabatina no Jornal Nacional, foi clara a diferença de tratamento que ele dava para Bonner e Renata. Com a âncora feminina, era impaciente, e usava frequentemente a expressão “negativo, negativo”, para desmenti-la. No debate Band/Uol, desandou de vez e a raiva represada desde o encontro na Globo voltou-se contra a jornalista Vera Magalhães. Agressivo, grosseiro e desrespeitoso, saiu-se com o esdrúxulo e machista “você dorme pensando em mim”… “você tem alguma paixão em mim”… “você é uma vergonha para o jornalismo”. Só não é risível, por ser chulo e ignorante. Essa é a verdadeira face do capitão em relação às mulheres, inclusive a sua. Um macho que gosta de se impor pela estupidez.