Poucos são os brasileiros que podem se dar ao luxo de transações milionárias em dinheiro vivo. Bolsonaro acha normalíssimo, logo ele que sempre recebeu dos cofres públicos, nunca teve uma carteira assinada na vida e nunca empreendeu. Será que guardava seu dinheiro no colchão? Só pode. Para uma família que é investigada num esquema de rachadinhas, envolvimento com a milícia e o dízimo das igrejas evangélicas, tudo negociado em espécie, seria adequado que ele explicasse porque tamanha ojeriza ao sistema bancário nacional. Para um candidato à reeleição ao cargo supremo da nação, seria de bom alvitre que ele desse ao país a resposta que vale um milhão de dólares.