Em uma campanha com doações magras e um fundo eleitoral que mal dará para cobrir um terço dos gastos com a campanha como a atual, os irmãos Batistas, como sempre, devem deitar e rolar. Maiores doadores da era petista, os irmãos Batistas estão com a faca e o queijo na mão para literalmente salvar candidatos que já têm a eleição comprometida pela falta de recursos. Em troca, devem receber belos favores para entrar ou permanecer em setores estratégicos da economia.