Quem acredita que Bolsonaro realmente se arrepende de afirmações ofensivas feitas em relação às mulheres e à pandemia da Covid-19? É tudo jogada eleitoral para se manter no noticiário, visto que o dinheiro em sua campanha está escasseando, seu tempo na TV é menor que o de Lula, de quem está 15 pontos percentuais atrás para o pleito em primeiro turno. Dizer que “aloprou” ao ter afirmado que não era “coveiro” é cômodo para ele. O eleitor (a) está cobrando a pilha de 658259 brasileiros mortos pela Covid. Dizer que “perdeu a linha” em declaração sobre compra de vacinas “na casa da tua mãe” e ainda afirmar que retiraria a afirmação de que o nascimento da filha mulher foi uma “fraquejada”, agora, que está prestes a ser apeado do poder, é pura encenação. As vítimas somos nós, não ele.