Com a proximidade das eleições, a campanha de Lula à presidência ganha mais e mais adesão de artistas de renome internacional. Seu Jorge, Chitãozinho & Xororó, Luan Santana, Negra Li, Thiaguinho, Michel Teló, Sandy, Irmãos Lima, Ivete Sangalo, Alcione, Caetano Veloso, Maria Gadú, Gilberto Gil, entre tantos outros, gravaram o mais recente clipping do líder petista: “Eu quero um país sem medo”. O apoio espontâneo dessa constelação de representantes da cultura e da arte brasileira vale mais que todo o dinheiro junto da bancada BBB — bala, bíblia e boi — que está despejando na campanha bolsonarista. O meio artístico foi o mais violentado e hostilizado nos quatro anos do governo do capitão, especialmente na pandemia, quando milhares de trabalhadores ficaram desempregados. Bolsonaro, que não suporta arte e cultura, colhe o que plantou.