O desvario de Bolsonaro contra o Ministro Moraes gerou a mais dura crítica que poderia ser aplicada a um homem público. Foi chamado de “constrangedora figura de um político menor, sem estatura presidencial, de elevado coeficiente de mediocridade, destituído de respeitabilidade política”. Essa opinião sobre o supremo chefe da Nação não foi dita por Lula ou outro adversário político. É simplesmente a avaliação de um dos mais respeitados juristas do Brasil: o ex-ministro do STF Celso de Mello. Um homem sério, discreto, referência no meio jurídico, que nunca se escondeu na conveniência do silêncio. Dessa vez, Bolsonaro errou tanto a mão, que, na verdade, não atirou no pé, mas no coração. Está morto.