São três as opções, nenhuma delas boa para Bolsonaro: uma, ou ele se interessou pelo “clima que pintou” entre ele e a criança adolescente, ou prevaricou em ver uma criança em situação de vulnerabilidade e não fazer nada, ou, preconceituosamente, deduziu que uma menina pobre, bonita, periférica e bem arrumada seria “puta”.