Será que o Moro vai ser convidado para o almoço que Bolsonaro vai promover no Palácio da Alvorada sábado próximo com os caciques do PP, Ciro Nogueira, do PL, Valdemar Costa Neto; do PTB, Roberto Jefferson; e correndo por fora o ex-presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha? É o tipo do encontro que se gritar pega ladrão, não fica um, meu irmão. Agraciados com vultuosas verbas do orçamento secreto e cargos no governo para seus apaniguados, nenhum deles guarda boas lembranças do ex-juiz e ex-ministro Sérgio Moro, algoz dos quatro na controversa Operação Lava Jato. Agora, depois que Sérgio Moro perdeu a honra e a vergonha de vez, voltando a ser servil ao ex-chefe, a quem teceu ácidas críticas, afirmando, textualmente, que “Bolsonaro mente. Nada do que ele fala deve ser levado a sério. Mentiu que era a favor da Lava Jato, mentiu que era contra o Centrão, mentiu sobre vacinas, mentiu sobre a Anvisa e o Barra Torres e agora mente sobre mim. Não é digno da Presidência”, é bem capaz que se rebaixe e aparecer para assombrar os desassombrados.