Mudança de ares 

A abertura da 27ª Parada do Orgulho LGBT+, na avenida Paulista, neste domingo (11/06), em São Paulo, a primeira manifestação depois do governo Bolsonaro, um declarado inimigo do movimento, foi dominada pelos discursos políticos celebrando a luta por direitos das minorias. Querendo marcar a diferença entre o governo atual e o que se foi, estavam presentes o ministro dos Direitos Humanos e Cidadania, Silvio Almeida; o ministro da Justiça, Flávio Dino; a ministra da Saúde, Nísia Trindade e a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), que desfilou num dos carros. O ministro Sílvio Almeida disse que o público deve sentir orgulho de lutar pelo direito de existir e amar. O ministro Sílvio de Almeida disse que, “Todas as pessoas que estão aqui devem ter muito orgulho de estarem vivas, apesar de um mundo que as violenta”. Almeida, que é paulista e um militante pelos direitos das minorias, disse também que “Depois de todos esses anos que vivemos, estamos fazendo uma grande virada. O que se demanda aqui não é favor, é dever do Estado brasileiro, e estou aqui como representante do governo. É dever do Estado zelar pela saúde e garantir educação e que todas as pessoas tenham acesso a emprego e renda de forma digna”.

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