Cabeça Branca do Século XXI

Teve um tempo em que ACM, o dito original, dava as cartas da política na Bahia. Era o “Cabeça Branca”, como lhe apelidou o povo. Com seu jeito prepotente e autoritário, dominou o estado por décadas, com alguns interregnos, até ser derrotado de vez pelo Lulopetismo em 2006. Naquele ano, emergiu um novo “Cabeça Branca”. Mais cordato e sem rompantes furiosos, o “boa praça” Jaques Wagner tem demonstrado que seu estilo de fazer política, de forma pragmática, mas amistosa, é o tom que se adequa melhor à Bahia neste novo século. No ano passado, quando parecia irreversível a derrota, ele botou ordem na casa à sua maneira e Jerônimo se elegeu governador. Ontem, em entrevista de rádio, ele já deu o comando da necessidade de acelerar a definição de um nome para ser o candidato de oposição à disputa da prefeitura de Salvador. Parece que agora a coisa anda.

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