Diminuindo os riscos

A EDP Brasil decidiu reduzir a sua exposição no país para 14% em três anos. Hoje, a subsidiária brasileira contribui com 25% para os resultados do grupo português de energia. Para tanto pretende desfazer-se de ativos nos ramos hidráulico e termelétrico, com a venda de barragens e uma central de carvão. A aposta da portuguesa no Brasil recairá sobre energia eólica e solar e redes. Ontem, a Energias de Portugal (EDP), que controla a EDP Brasil, fez uma Oferta Pública de Ações (OPA) para fechar o capital da controlada brasileira, que resultou na aquisição de 31,86% do capital da companhia, movimentando R$ 4,4 bilhões. No Brasil, a EDP opera desde 1995, atuando na distribuição de energia elétrica nos estados de São Paulo e Espírito Santo e na geração (hídrica, térmica, solar e eólica) e transmissão de energia.

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