A sorte de iniciante do professor Jerônimo Rodrigues que, na primeira eleição, virou governador da Bahia, precisa ser revitalizada para afastar a tempestade perfeita que desaba sobre ele, um político neófito. Se já não bastasse a insuportável violência que se alastra incontrolável pelo estado, pesa ainda a crise do Planserv, os precatórios dos professores, o imbróglio do VLT do Subúrbio, a inviabilidade da ponte Salvador-Itaparica e o risco da não implantação da BYD. O discurso de Lula, o salvador da Bahia, só serviu para a eleição. Agora o buraco é mais embaixo. O Índio vai precisar consultar a ancestralidade para ver se tem alguma dança para espantar esse inferno astral. A dança que vem exibindo nas redes sociais não resolve os problemas…