Bem distantes dos salamaleques oficiais, o que mais chamou a atenção durante a visita do presidente de Cuba a Angola, encerrada na terça-feira, foi a proeminente barriga ostentada por Miguel Díaz-Canel, uma pança padrão Flávio Dino. Pelo visto, continua em vigor a máxima que diz que, nos países comunistas, como é o caso de Cuba, os dirigentes passam bem, comem e bebem do bom e do melhor e engordam a olhos vistos, enquanto o grosso da população, com escasso acesso a fontes de proteína, mantém-se condenada a um regime de emagrecimento forçado.