Caso o escopo da direção da OAB/ Bahia não logre êxito, mostra a fraqueza de um grupo político que comanda a instituição há muito tempo. Se for nomeada, sacramenta o desprestígio à classe tão sofrida e desamparada dos advogados e advogadas da Bahia, pois como ano que vem ocorrerá eleições municipais, o TSE entrará em uma fase de intensos trabalhos, levando Daniela a “abandonar” da atuação da Presidência da OAB baiana na defesa da classe, já que há incompatibilidade na prática de exercer ambos os cargos.