O meio acadêmico que tanto tem estimulado a política identitária e a ideologia de gênero já prova do próprio veneno. O ato falho de uma professora da UFBA ao trocar o pronome feminino pelo masculino, ao se dirigir a uma aluna trans, causou o maior fuzuê nas hostes acadêmicas. Gerou protesto de alunos contra a docente e causou racha entre professores, com trocas de afiadas farpas pelas redes sociais. Quem vê de fora a barafunda diz que já viu esse filme antes em outros países, como o Canadá e Estados Unidos, matrizes desse tal pensamento progressista. Lembram também de Glauber Rocha, que sempre reclamava da elite colonizada de nosso país. Não mudou nada… Seja política, econômica, artística ou acadêmica. Será sempre uma “zelite”, como pronuncia o atual presidente da República.