O senador Jaques Wagner é bom de gogó, educado, cordial e atencioso. Indiscutivelmente possui atributos que contribuem para o sucesso de sua carreira política. Talvez lhe falte aptidão para a gestão pública. Tem uma trajetória de percalços e equívocos nessa área. Um exemplo foi a nomeação de um engenheiro eletricista para secretário de comunicação em seus governos. Isso lhe causou problemas na imagem. Agora demonstra ter falhado em uma de suas indicações para o primeiro escalão do governador Jerônimo Rodrigues. Depois de não ter conseguido emplacar o seu assessor de imprensa na Secom, inventou de colocá-lo na Secretaria de Cultura (Secult). Marinheiro de primeira viagem nas coisas da Bahia, o jovem gaúcho tem trocado os pés pelas mãos. Até hoje não se sabe o destino do Teatro Castro Alves e uma série de eventos culturais pelo estado foi cancelada. O mais recente foi o Festival de Jazz do Capão, que conseguiu sobreviver à censura de Bolsonaro, mas esbarrou na incapacidade para a função de secretário estadual de Cultura do indicado por Jaques Wagner. O forte dele são as baladas. Ninguém o encontra na repartição. Se ligue, Jerônimo…