O atual governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, tem chamado mais atenção por sua presença em eventos e inaugurações do que por uma gestão eficaz. Mais grave ainda, essas obras foram todas iniciadas no governo de seu antecessor, Rui Costa. Jerônimo enfrenta crescentes críticas internas por evitar tomar decisões (quaisquer decisões) e sequer despachar regularmente com seus auxiliares. Os poucos que conseguiram, descrevem as reuniões como superficiais e pouco produtivas. O resultado? Um preocupante vácuo de gestão que paralisa a máquina pública e deixa parlamentares e prefeitos insatisfeitos. A Bahia precisa de liderança ativa, e não apenas de uma figura simbólica que evita as responsabilidades do cargo. Já passou da hora de Jerônimo se dedicar mais ao trabalho e menos aos holofotes.