Ele praticou todo o decálogo da sabujice. Na Federação Bahiana de Futebol (FBF), nos últimos 40 anos, esteve à sombra de todos os presidentes, dos quais não deixava nenhum deles carregar a própria pasta. Estava sempre ao lado, servil, a transportá-las. Vivia a puxar o saco de jornalistas, distribuindo convites para seus familiares assistirem gratuitamente aos jogos na Fonte Nova.