Ele teve paciência de Jó para ter a sua subserviência recompensada. Virou presidente da FBF e a estratégica humildade se transformou em arrogância e prepotência. Como diz o povo: “dê dinheiro, mas não dê poder”. Os repórteres antes paparicados já não puderam mais criticar a entidade sob o seu comando. As cabeças começaram a rolar, a cada pressão dele sobre a direção dos órgãos de imprensa. Quando malsucedido nas tentativas de demissões, ele apelava a intimidatórios processos judiciais contra os críticos.