O apelido pegou, a “homenageada” não gostou e o ministro Flávio Dino, à beira de um ataque de nervos, esbravejou. Mas todo mundo sabe que apelido bom é o que gruda que nem chiclete. E não adianta a advogada Luciane Farias, mulher de um dos chefões do Comando Vermelho no Amazonas, aquela que foi recebida algumas vezes no Ministério da Justiça, gastar o seu latim para repudiar a “homenagem”, pois a alcunha Dama do Tráfico parece que veio para ficar.