Difícil digestão

Se a Braskem afunda o solo de Maceió com a extração de sal-gema, da qual tanto lucro auferiu, o prestígio de um poderoso da Novonor, seu principal acionista, o empresário Emílio Odebrecht, afundou de vez com o presidente Lula. Não há mais espaço na agenda informal de Lula para encontros regados a saborosos e caríssimos vinhos Romanée-Conti. As tentativas de reaproximação com o petista depois da delação não foram bem-sucedidas. O “Sapo Barbudo” até hoje não digeriu bem o jeito bonachão como foram revelados os assuntos da intimidade dos dois. Não será pelo Palácio do Planalto que Emílio vai resolver seus problemas. Enquanto isso, na Bahia, a OR, o braço imobiliário da Novonor, continua a erguer prédios residenciais para a burguesia baiana.

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