Venda travada

A Novonor, novo nome da Odebrecht, é a principal acionista da Braskem. Detém mais de 38% das ações. A venda da Braskem é um desejo antigo da Odebrecht, principalmente depois do abalo institucional e financeiro que sofreu com a Operação Lava Jato. A Petrobras, sócia na petroquímica, não tem facilitado a transação. Começou a manifestar ultimamente até o interesse de adquirir a parte da Novonor. Nos últimos dias, a petroleira árabe Adnoc, dos Emirados Árabes, apresentou oferta vinculante de R$ 10,5 bilhões pela participação da Novonor na Braskem. Antes o grupo Unipar tentava um acerto que interessava à família Odebrecht. Não deu certo.

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