De caso pensado

Ao defender a ida de seu aliado político Wellington César Lima e Silva, secretário para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, para o lugar de Flávio Dino no Ministério da Justiça, o senador Jaques Wagner mira em alguns objetivos de curto e médio prazos. O primeiro deles está muito claro: ter alguém da sua confiança na Esplanada dos Ministérios, até mesmo para contrabalançar o peso político que Rui Costa, chefe da Casa Civil, ainda mantém no entorno do presidente Lula. Com esse movimento, Wagner reforça também a sua influência sobre o governador Jerônimo Rodrigues, ao tempo em que procura diminuir os espaços de Rui no xadrez da política baiana. E, por último, Wagner passaria a contar com uma carta na manga para a disputa de 2026, caso Jerônimo, hoje completamente perdido nos labirintos do poder, não consiga se viabilizar eleitoralmente.

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