O repertório retórico do presidente Lula está parecendo aquele samba de uma nota só. No ato do 8 de janeiro, no Congresso, de todas as autoridades que discursaram, ele foi o único a falar do ex-presidente Jair Bolsonaro. Será que não caiu a ficha ainda de que ele está entrando no seu segundo ano de mandato e a eleição de 2022 já fez aniversário? Ou é o que sobra de um primeiro ano pífio, sem dar sinal de realizar nada daquilo que prometeu em campanha? Não é insistindo na polarização que o petista vai conseguir a união do país. Assim, só mantém em evidência o nome do adversário. Será Bolsonaro o sonho de consumo de Lula em 2026? A inelegibilidade vai cair para felicidade do ex-sindicalista? Cuidado…