O Titanic de Cláudio Castro II

As provas contra Castro são irrefutáveis. Provam que Cláudio Castro recebeu propina em dinheiro vivo em casa, no estacionamento de um shopping, na casa de um assessor e na sede de uma empresa com contratos com o Estado. O relatório da PF, que serviu de base para o ministro Raul Araújo, também revela que Castro sacou propina nos Estados Unidos durante uma viagem à Disney, um dos destinos turísticos preferidos do governador; depois que o suborno foi depositado por um empresário na conta bancária dele. A investigação da PF mostra ainda trocas de mensagens em que Castro combina com dois empresários acusados de corrupção a entrega das propinas. Alguns desses trechos foram reproduzidos pelo ministro Raul Araújo na decisão. Em uma dessas ocasiões, em 2019, Castro era vice-governador. A decisão cita também o empresário Marcus Vinícius Azevedo da Silva, preso em julho de 2019, acusado de participar de um esquema de corrupção na Fundação Leão XIII, órgão do governo responsável por projetos de assistência social.

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