Em novembro de 2012, Valdemar Costa Neto (PR-SP) foi condenado a sete anos e dez meses pelo STF no processo do Mensalão por formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O revisor, ministro Ricardo Lewandowski, concluiu que o atual presidente do PL, embolsou pelo menos R$1 milhão. Em 2016, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, concedeu um perdão ao ex-parlamentar. Costa Neto teve direito a indulto por ter cumprido um quarto da pena e estar em regime aberto. Costa Neto foi preso em dezembro de 2013, iniciando o cumprimento da sentença em dezembro de 2013. Cumpriu pena em regime domiciliar de novembro de 2014 até maio de 2016. Ele também pagou uma multa no valor de R$2 milhões.