Quem viaja pelo Oriente Médio percebe que nenhum país, nem mesmo os de origem árabe, quer acolher os milhares de palestinos afetados pelo extremismo de parte de seus governantes em ações terroristas contra civis israelenses. Segundo historiadores que vivem na região e conhecem o assunto como ninguém, após o estrago feito pelos palestinos no Líbano, que se transformou em uma guerra civil, onde milhões de libaneses, especialmente os cristãos, tiveram que deixar o país, ninguém quer se arriscar mais.