Fim de caso

Discretamente, o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, que é filiado ao PL, está se distanciando do Bolsonarismo, ao contrário de seu correspondente paulista, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP). O primeiro sinal foi a ausência na manifestação convocada pelo ex-presidente para o domingo, 25 de fevereiro, na Avenida Paulista, onde Tarcísio marcou ponto. A ausência foi delicadamente comunicada a Bolsonaro. Dizem as más línguas que Bolsonaro não acreditou nas razões. Cláudio Castro está metido em vários rolos policiais-judiciais e quer distância de novos problemas. Sobreviveu no governo do Rio, a ponto de ser reeleito, graças a uma parceria com Bolsonaro, então presidente. Uma parceria, diga-se de passagem, boa para os dois lados. Exemplo: Todas as demandas policiais de Bolsonaro e família no âmbito do estado foram devidamente contidas ou engavetadas. Nesse pacote, segundo fontes que entendem da relação crime-política-etc., está o “Caso Marielle Franco”, que completou seis anos de investigações infrutíferas.

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