Além de todos os problemas citados, a proibição do aborto ignora a autonomia das mulheres sobre seus próprios corpos e decisões reprodutivas, desconsiderando os impactos psicológicos devastadores de forçar uma gestação indesejada. É essencial que a legislação sobre aborto seja baseada em evidências médicas e na proteção dos direitos humanos, garantindo a saúde e dignidade das mulheres. Caso seja aprovado, esse projeto representa um grave retrocesso, colocando em risco a vida e o bem-estar de muitas brasileiras.