Se o biscoiteiro baiano que preside a Confederação Nacional da Indústria (CNI) virou arauto de Lula, o conterrâneo e atual presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), João Martins, não goza do mesmo prestígio. Longe disso. O presidente da República não quer papo com o líder da CNA, que jamais foi recebido no Planalto. O ex-metalúrgico não topa com o jeito de coronel do sertão de Martins. É mais chegado a tipos mais humildes como o de Ricardo Alban, da CNI, mesmo que se revelem sorrateiros, conforme as circunstâncias.