“Baiano burro nasce morto”. Esse ditado se originou de uma antológica frase dita pelo capadócio Macaco Beleza, um homem negro do povo, ao justificar a sua fidalguia quando saudou um representante da Corte em visita à Província da Bahia nos estertores da Monarquia Brasileira. “Paranoia ou Mistificação?”, indagou Monteiro Lobato sobre a arte moderna de Anita Malfatti. A pergunta do autor do Sítio do Pica-Pau Amarelo vale para o resistente provérbio baiano.