Nos bastidores, o PT articula indicar Gleisi Hoffmann ao Tribunal de Contas da União (TCU) como uma saída “honrosa” que abriria espaço para a renovação partidária. A rigidez com que Gleisi conduz o partido, ignorando as mudanças políticas e sociais do país, limita o PT a um estilo ultrapassado de atuação. Sob seu comando, o partido tem se mostrado inflexível, incapaz de se adaptar aos novos tempos e às demandas das bases. A necessidade de adaptar-se para sobreviver, reforçando o princípio de Darwin, torna essa movimentação essencial para o futuro do PT.