Em Salvador, a Caixa Econômica Federal vem adotando um modus operandi para lá de curioso no processo de concessão de crédito imobiliário residencial. Aprova todas as etapas do solicitante, cobrando, sobretudo, uma taxa de quase R$1 mil para fazer a avaliação de engenharia do imóvel a ser financiado, e, depois, trava a disponibilização do valor, alegando falta de recursos. Essa informação, que deveria ser dada logo que o cliente pergunta sobre esse produto, chega por último, após dinheiro não reembolsável e tempo perdido.