A campanha eleitoral raspou o tacho. Ficaram no passado as finanças superavitárias da prefeitura de Salvador. Na falta de “dindim”, a solução é o arrocho tributário. Dessa vez o sorteado para pagar a conta municipal é o setor hospitalar. A prefeitura já mandou à Câmara dos Vereadores proposta em que dobra a alíquota de ISS para os hospitais de 2% para 4%. O Grupo D’Or já manifestou arrependimento pelos investimentos na capital baiana e suspendeu novas inversões. A tendência agora é de desinvestimento de um segmento intensivo em mão de obra em uma cidade campeã de desemprego.