Caixa vazio

Apertem os cintos! O dinheiro sumiu! Essa é a palavra de ordem na prefeitura de Salvador. A recomendação foi dada a secretários e diretores de autarquias, que a repassaram aos subordinados. Ao final do primeiro mandato, o prefeito Bruno Reis demonstra que não segue à risca o modelo do antecessor. O padrinho ACM Neto deixou as burras cheias ao deixar o Palácio Thomé de Souza: mais de R$2 bilhões. Será que a diferença entre as gestões está nos secretários da Fazenda? O de Neto foi o ex-governador da Bahia, Paulo Souto, de condução mais austera. A de Bruno, a ex-secretária de Niterói (RJ), Giovanna Victer, pelo jeito, não é tão austera.

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