Foi o ex-ministro Bebianno, na época no governo de Jair Bolsonaro, que fez a primeira denúncia de que no Palácio funcionava um gabinete do ódio presidido por um dos filhos do então presidente, chamado Carlos Bolsonaro. O moço, mesmo no Rio de Janeiro, com o pai fora do poder, manteve o gabinete na Cidade Maravilhosa. A PF está de olho nele.