No recente encontro do G20, realizado com a presença de líderes e primeiras-damas de várias nações, o comportamento de Janja chamou a atenção pela sua busca de protagonismo, destoando da postura reservada e discreta adotada por outras esposas de chefes de Estado. Enquanto primeiras-damas da França, Canadá e China, dentre outras, acompanharam seus cônjuges com respeito às tradições diplomáticas e mantiveram-se em segundo plano, Janja demonstrou um perfil mais atuante, chamando os holofotes para si e desviando o foco da representação nacional e do papel presidencial. Esse comportamento reforça a necessidade de uma reflexão sobre o papel da atual primeira-dama brasileira no cenário político, onde a sobriedade e o respeito às questões institucionais deveriam prevalecer. Ao preferir os holofotes, Janja acaba por alimentar críticas sobre seu excesso de visibilidade.